A comunicação transparente todos os dias é o que nos faz melhores todos os dias.

Antes de tudo é preciso sublinhar que estamos na era da informação. Do incrível acesso ao mais amplo arsenal de informação. Disso nasce uma relação muito simples, quanto mais informação nós adquirimos, maior é a produção de comunicação.

 

Em seguida é preciso que se desfaça a equidade entre comunicação e marketing, marketing e propaganda e outras tantas significações onde a comunicação ao invés de cumprir seu papel como estrutura, perfila como mera composição. Poderíamos estar sendo ortodoxos e minuciosos ao nos atermos tanto a conceitos, se este em particular, não gerasse tanta incapacidade de discernir a comunicação como uma ciência e não como uma ferramenta. Postura que origina entre outros tantos males uma patologia tão comum para tempos tão incomuns – a dupla personalidade corporativa.

Em um século que é imprescindível que a empresa de dentro tenha a mesma representação concreta e simbólica que a empresa de fora. Nunca ficou tão exposta a contradição existente nas organizações em relação à sua comunicação em si e a comunicação de si.

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Adversidade ou Diversidade como forma de promover oportunidade.

Alguns autores, pensadores e intelectuais têm manifestado uma real tendência de acreditar que é através da adversidade que podemos crescer. Como que se precisássemos sofrer, nos torturar, padecer, para alcançar o Olimpo. Um pensamento bastante vinculado ao de algumas tradições religiosas que pregam que devemos pagar nossos pecados aqui e só assim poderemos chegar ao paraíso.

Com as nossas experiências na vida acadêmica, na consultoria, tanto no que tange ao curso empresarial, bem como as políticas de comunicação que são empregadas dentro das organizações, temos visto que há duas escolhas para o crescimento como seguem:

Primeiro – Organização e colaboradores contratam que será através do sofrimento.

Segundo – Organização e colaboradores contratam que será através do bem-estar e prazer de todos.

Desta forma então, desejamos salientar que o crescimento pessoal, profissional, seja de ordem individual ou coletiva, tem que passar por uma nova natureza de significação. Não é a adversidade que nos propõem uma nova ordem de valores, mas o entendimento da diversidade que nos habilita a fazer de um limão uma laranjada.

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O HOMEM E O TEMPO

A percepção que tenho é que estas fases tem marcos claros e importantes na fundamentação da educação financeira de uma pessoa e, por isso, pular alguma destas fases pode trazer distúrbios irrecuperáveis. No entanto, conheço pessoas que passaram por elas não necessariamente na ordem como estão desenhadas abaixo e isso trouxe os mesmos benefícios, porém com um caminho um tanto mais árduo. Este modelo é um primeiro rascunho que pretendemos evoluir para deixá-lo o mais próximo possível da realidade. Assim, esperamos as suas opiniões e sugestões para participar da evolução desta discussão!

Bem, tudo começa na…

Infância

A criança tem muito pouco contato com o dinheiro. Geralmente, após seis ou sete anos, só tem em mãos o dinheiro do lanche da escola, ou uma pequena mesada. Entende que o dinheiro serve pra comprar coisas, e só. Também não sabe como ou quanto o dinheiro chega à sua casa. Não tem necessidade de comprar absolutamente nada. Sente desejo por possuir brinquedos ou coisas que o chamem a atenção. Mas certamente não tem noção de valor ou preço destas coisas. Por isso, tudo aqui é decidido pelos seus pais.

Quando a criança já sente necessidade de comprar coisas para si, já está entrando na…
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Ratos, pessoas e trabalho

“Estou me sentindo um rato de laboratório”. Esta frase foi dita por um gestor de uma grande organização, durante uma entrevista, para referir-se às imposições que o ambiente e a gestão da empresa impunham à sua realização pessoal e profissional. Ele estava falando de recompensas, processos e carga de trabalho. Referia-se à presença de compensações imediatas, principalmente financeiras, para sua realização, e a uma regulamentação impositiva que castrava sua expressão criativa para realizar o trabalho de forma diferente. Falava ainda das jornadas excessivas e da dedicação pessoal quase que exclusiva a ele.O paralelo com os ratos de laboratório parecia-lhe inevitável. Os tais ratos só recebem alguma recompensa (comida ou água) depois de cumprirem alguma manobra esperada pelo pesquisador, e não podem interferir nem discutir a forma mais adequada de realizá-la. Sem possibilidades de escolha, nem de indicar o que lhe é mais motivacional no momento para “trabalhar”, o rato “aceita” a recompensa. Além do mais, dizia o executivo, o rato não sai do laboratório; trabalho é o seu lema.

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A Comunicação Imprescindível para o Sucesso

De um lado, o mercado de trabalho que exige e precisa de profissionais competentes, hábeis e comunicativos, quer seja em áreas administrativas, de liderança, de comércio e de técnicas em geral. De outro lado, as escolas que não desenvolvem nesses profissionais a habilidade fundamental para ao seu desempenho, que é a sua capacidade de comunicação verbal.Por isso, em processos seletivos ou um pouco mais adiante, em atribuições profissionais, as pessoas se deparam com dificuldades relacionadas a diferentes contextos de trabalho: vendas, negociação, participação de reuniões, atendimento a clientes e também quando têm a responsabilidade de conduzirem um departamento ou uma empresa - liderando pessoas. Assim devem estar preparados ou se prepararem para a Comunicação Verbal bem estruturada, o que tratamos aqui em cinco dimensões: emocional, vocal, corporal, técnica e espiritual.

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Administração ecológica: contestar padrões e voltar às origens

“Se o grão não morrer debaixo da terra
não virá a espiga alegrar a mesa.
Se o grão resistir ao vento e à chuva
não terá o vinho, o vigor da uva.”
(A. Trevisan e Flávio Irala)

Lembro-me de uma cena do filme “Mr. Holland - Adorável Professor”, quando o protagonista (Richard Dreyfuss) pede ao presidente do conselho escolar que modifique a decisão de eliminar a disciplina de música do currículo. Ao ouvir do ex-aluno e superior que todo o possível havia sido feito para manter a disciplina, o velho professor protestou: “eu quero que você tente o impossível”.
O impressionante dessa situação é que ela sintetiza uma estranha construção humana: a criação de paredes imaginárias, que temos imensa dificuldade de romper. São os paradigmas que tanto se fala. O que poucos percebem é que essas referências são criadas a partir de princípios supervalorizados pela sociedade.
Memória, conhecimento, aprendizagem, hábitos e crenças são algumas das exigências sociais para o sucesso. Ao mesmo tempo, são esses valores que limitam o desenvolvimento humano. Eles obstruem o aperfeiçoamento, bloqueiam mudanças e, com freqüência, impedem a felicidade e realização das pessoas. Poderíamos chamá-los de valores secundários, que esconde as características elementares do ser humano.
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Código de Ética

Art. 1º O exercício da profissão de Administrador implica em compromisso moral com o indivíduo, cliente, a organização e com a sociedade, impondo deveres e responsabilidades indelegáveis.


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